Todos nós sonhamos com aquilo que queremos ser.
O meu sonho era ser pintora ou escritora.Mas a vida muda o curso… e por muitos anos fui comerciante.Na pandemia, algo despertou em mim: uma vontade profunda de criar, de revelar nas telas o que há de mais belo dentro de mim.
As cores começaram a surgir — sempre alegres — e, a cada nova obra, uma sensação de alegria me envolvia.A arte sempre esteve em mim. Meu primeiro passo foi nas Belas Artes, mas talvez o verdadeiro começo tenha sido agora — quando me permiti sentir.Acredito que só uma alma sensível e romântica consegue enxergar a arte como ela é:
linhas infinitas, formas únicas, expressões de um humano tão perfeito, criado por Deus.Hoje me sinto realizada e plena.
Descobri que tudo o que é maravilhoso chega no momento certo — muitas vezes quando menos esperamos.Sou uma mulher de fé.
E sigo, todos os dias, buscando mais… nos pincéis, nas cores e em mim mesma.Aperfeiçoando, sim —
mas sem nunca perder a minha essência.